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"Suzane von Richtofen é aprovada no Sisu" e pode estudar Turismo




A presa usou a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para obter a classificação. A direção do Instituto informou que o curso é presencial e as aulas acontecem entre 19 horas e 22h40. Suzane tem até o dia 4 de fevereiro para fazer a matrícula - as aulas começam no dia 5. A legislação brasileira prevê que os presos em regime semiaberto podem trabalhar e estudar fora da prisão. No caso do estudo, o retorno deve-se dar logo após o período de aulas.
Em 2016, quando a presa já estava no semiaberto, a justiça autorizou a jovem a frequentar o curso de Administração em universidade particular de Taubaté. Com medo do assédio, ela acabou desistindo. Em 2017, Suzane foi pré-selecionada para obter recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e fazer o curso em outra faculdade de Taubaté, mas não concluiu a matrícula. Trabalho e estudo fazem parte do processo de ressocialização do preso e também contam para a remição (desconto de dias) na pena.
Suzane foi condenada pela participação no assassinato dos pais, o casal de empresários Manfred e Marísia von Richthofen, em outubro de 2002, em São Paulo. Desde que passou do regime fechado para o semiaberto, em 2015, a detenta é beneficiada com as saídas temporárias da prisão. Nos últimos dois anos, a defesa da jovem vem tentando sua progressão ao regime aberto, para cumprir o restante da pena fora da prisão. Suzane foi submetida a testes e, em 2018, a justiça negou o pedido. Um novo pleito está sendo analisado.

A Defensoria Pública de Taubaté informou que não se manifesta sobre o caso por estar em segredo de justiça. Procurado, o promotor do caso, Paulo José da Palma, do Ministério Público de Taubaté, não havia dado retorno até o encerramento da reportagem. A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que a autorização para Suzane frequentar a universidade depende da Justiça, que poderá definir uso ou não de monitoramento. Caso seja autorizada, o transporte deve acontecer por meio de recursos próprios da sentenciada. Procurada, a Vara de Execuções Criminais de Taubaté não se manifestou.

POR ESTADAO CONTEUDO

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